Existem alguns momentos nos quais as contas começam a se acumular e você pode se sentir meio perdido em relação a qual atitude tomar. Às vezes são as contas da casa, gastos com alimentação, compras parceladas em crediário ou no cartão de crédito e até financiamentos de bens maiores como veículos e imóveis.

Algumas vezes a situação pode ter chegado nesse ponto devido a crise financeira que atingiu o País e da qual todos tentam se levantar. A situação foi tão séria, que o Brasil fechou o terceiro trimestre deste ano (encerrado em março) com um índice de 13,7% de desocupação, ou quase 14 milhões de desempregados, o maior número desde 2012.
Há indícios de melhora, mas o reflexo foi grande e atingiu muitas famílias que, hoje, podem se encontrar nessa situação de contas atrasadas.

E quando a confusão se instala neste cenário e suas contas começam a não fechar mais no fim do mês, chega o momento de tomar uma atitude para que a situação não piore, ainda mais.

Comparando todos os juros que você pode enfrentar nessas modalidades: cheque especial, cartão de crédito e financiamentos é preciso analisar qual a melhor maneira de amenizar o problema e assim, evitar ou reduzir a dor de cabeça.

E uma das melhores alternativas para fugir de todos esses juros das contas que não fecham é o empréstimo consignado, considerado a menor taxa de juros do mercado, cerca de 29% ao ano, ou 2,2% ao mês.

O empréstimo consignado pode ser solicitado em bancos, correspondentes bancários ou financeiras, desde que você seja aposentado ou pensionista do INSS, servidor público ou funcionário com carteira assinada, desde que sua empresa tenha convênio com alguma dessas instituições.

Se a sua opção for o empréstimo consignado, mas ainda existe a dúvida sobre como pagar as parcelas. Fique tranquilo. O crédito consignado apresenta as menores taxas do mercado, justamente devido a segurança que as instituições têm ao realizar o empréstimo.

Isso ocorre porque as parcelas são debitadas, automaticamente, da folha de pagamento ou benefício. Sendo assim, é um valor que será descontado de sua renda mensal e não pode ser contabilizado para dívidas futuras, enquanto o valor total não for quitado.[/fusion_text]